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Mas, afinal...falar muda algo?

  • psicamilaborgess
  • há 6 horas
  • 2 min de leitura

Uma das ideias comuns quanto a terapia, é de como ela é vista socialmente como um lugar apenas de desabafo, por desinformação e até mesmo por descredibilização deste ofício acredita-se que a conversa em sessão é apenas mais uma como àquelas ocorridas em nosso dia-dia.


Há também quem acredite que falar não mudaria a realidade, a concretude dos sofrimentos, dos medos e das ansiedades. Mas, sentir e falar, as vezes, é TUDO que se tem diante de acontecimentos difíceis.


Logo, não é um relato somente de fatos e, principalmente, não é uma conversa qualquer com dicas  ou promessas de solução (se for, cuidado!)


Em psicoterapia o que se fala e como se fala tem uma intencionalidade, e diferente da conversa que você teria com um colega, lá você fala para SE ouvir, para receber acolhimento e segurança a partir de uma relação profissional e afetiva com alguém que está amparado eticamente, teoricamente e tecnicamente para isso. E aí, que algo pode mudar.


Pois, ao contar a sua história você pode não só revisitar o passado, mas entender o que se repete e que você gostaria que mudasse no HOJE.


É entrar em contato com você mesmo, desde às suas dores aos seus sonhos. E aquilo que antes aparecia no corpo, nos sintomas, nos atos, nas relações em forma de sofrimento pode ganhar alguma elaboração e ressignificação ao lado de alguém que está ali preparado de forma ética, técnica e teórica para te auxiliar neste processo.


Atualmente, com as IAs, a Internet, as promessas rápidas e o excesso de especialismo superficial é possível que a análise e espaços coletivos de suporte em saúde mental sejam ainda mais banalizados justamente por contrariar a norma vigente da pressa e da busca por diagnósticos.


Mas isso é papo para os próximos posts 🫡


Se você sente que está na hora de compartilhar o que tem vivido e deseja buscar ajuda. Entre em contato!


 
 
 

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